terça-feira, 6 de maio de 2014

O novo endereço do blog. Tudo novo!

Vem Comigo - Búzios e Arrail do Cabo 
Um monte de gente deve achar que sou louca, porque esse é meu terceiro blog nos últimos seis anos. Mas vou explicar! Já perdi as contas de quantos endereços de blog já tive na vida, porque bem antigamente a moda era conseguir um domínio de graça, logo eu perdi as contas de quantas vezes troquei o nome do blog. Depois eu sosseguei e fui para o Blogger, comecei com o Self Portrait, que era um blog diário como esse.
Daí tive a ideia junto com um amigo da faculdade de fazer um blog de moda, já que todo mundo dizia que ia ser legal e que a gente tinha jeito pra coisa, daí surgiu o Não Tenho Uma Chanel. Só que nós cansamos desse assunto, meu amigo saiu do blog e ele acabou virando novamente um blog diário. Por isso, senti a necessidade de mudar novamente. Só que dessa vez eu prometo que não vou mudar. Ah, e troquei para o WordPress porque acho o sistema mais fácil, limpo e prático. 

O meu apego por blog é justamente essa coisa de escrever o que der na telha, guardar recordações, como se fosse um diário mesmo. Quero um espaço que depois de um tempo eu possa voltar as páginas e ver como era meu pensamento em determinado ano, as fotos de determinado passeio, aquele vídeo que eu amava e por aí vai. O endereço do blog surgiu por ser algo bem simples, que é a junção desse apelido divertido e carinhoso que meus amigos me chamam e o "sobrenome" de um dos meus personagens de filme favorito, o Alex Supertramp, do filme "Into The Wild". Já o nome/título do blog é inspirado na música "Ensaio Sobre Ela" do meu amado Cícero. Acho que o blog é um tipo de ensaio sobre mim, meus gostos, pensamentos, ideias, amores e por aí vai. O layout por enquanto é esse que vocês podem ver, com uma foto minha no topo haha, e algo bem simples e limpo. 
Depois quando eu tiver com paciência, arranjo um mais organizadinho e arrumo tudo aqui. Espero que vocês gostem do novo espaço e sintam-se a vontade de trocar ideias comigo. Vai lá me visitar: http://www.debsupertramp.wordpress.com

domingo, 27 de abril de 2014

O online confunde o offline

Desde que me entendo por gente, uso a internet tanto para me expressar (blog), quanto para manter e fazer amizades. Já contei aqui milhares de vezes que conheci (só no offline, ainda) pessoas maravilhosas através de várias redes sociais e dos blogs e fico super feliz por isso.
Assistindo ao filme "Her" e vendo até que ponto a tecnologia interferia nos relacionamentos, tanto namoro quanto amizade, eu fiquei muito assustada, com medo daquilo se tornar real. Só que o que eu mal sabia era que aquilo já está meio que acontecendo. A vida online já meio que se "juntou", mesclou, com a vida offline de muita gente e não tem mais como mudar isso, já que estamos totalmente acostumados.
Tá, e pra que eu estou falando isso? Para chegar aqui. Algum tempo atrás eu resolvi fazer uma "limpa" nas pessoas que seguia no Instagram, Facebook, Twitter e o resto todo. Vou contar quais são as minhas regras para o meu uso das redes sociais. Começando pelo Facebook: eu nunca fui de adicionar alguém só porque eu já falei uma vez na vida, ou nunca vi. E também não sou dessas que tem mais de mil amigos adicionados (acho que tenho no máximo 400), porque quero ter ali pessoas que eu realmente falo na vida real, que vejo ao decorrer dos dias, ou pessoas que sou amiga e moram em outros estados e países. Já no Instagram a coisa muda, como sou apaixonada por fotografia e de determinados estilos de foto, lá eu só sigo ou quem é fotógrafo e tem o perfil mais ligado a fotografia no estilo que acho mais interessante, não interessa se conheço ou não, ou pessoas que eu conheço e também acho as fotos interessantes, do dia-a-dia, etc, claro que também entram as bandas, famosos, blogs e sites que curto (e que também tem fotos legais haha), ou seja, mesmo se a pessoa for minha amiga e eu não curtir o estilo de foto que ela põem, eu não vou seguir. E se eu te sigo e você não me segue, eu não ligo! Talvez as minhas fotos não sejam interessantes pra você e tudo bem, assim como você pode me seguir e eu não SDV (seguir de volta) e é aí que começa toda a história de confundir o online com o offline.
Quando contei isso para umas amigas, elas ficaram chocadas. Eu faço isso e não ligo se alguém fizer isso comigo, de não seguir um amigo ou só porque fulano não me seguir eu não vou seguir de volta (mesmo amando todas as fotos da pessoa -.-'). Eu acho que não é porque eu não te segui no online, que eu vou deixar de te "seguir" no offline, que a amizade acabou, que vou parar de falar com você, que não te acho interessante. Gente, isso é apenas uma rede social, que todo mundo coloca foto, baboseira e por aí vai. O simples fato de apertar um botãozinho lá do lado da sua foto, não quer dizer que te curto mais ou menos. Ás vezes tem gente que te segue em milhões de redes sociais, mas não olha na sua cara, não gosta de você, e é uma pura falsidade, mas é seu "amigo" na rede online. Isso não deveria significar nada! 


Deveríamos nos importar mais com nossos amigos offline, na hora de marcar aquele almoço que todo mundo fica cancelando, aquela amiga que você sente falta mas não vai fazer uma visita e fica só no chat do Facebook, aquele grupo de amigo que quando vai pra pizzaria todo mundo fica com os olhos grudados na tela do celular, aquele amigo do seu colégio que sempre te liga mas você não liga de volta e por aí vai. Isso que realmente deveriam se importar. De querermos estar juntos no sofá de casa, na mesa do bar/restaurante, face a face, sem precisar de um celular interligando. Do carinho, do amor, das risadas, trocas de informação, ao vivo e a cores. Isso nenhum seguidor ou número de amigos do Facebook e Twitter irá comprar e se igualar. Isso sim vale a pena se importar!







quinta-feira, 10 de abril de 2014

5 personagens que marcaram minha vida

Ou: 5 personagens que eu gostaria de ser um dia na minha vida.

Escolher apenas cinco personagens é algo super difícil pra mim, já que sou viciada em séries e filmes. Mas os que eu escolhi são os que vieram logo na minha cabeça assim que eu vi o tema do meme desse mês. Eu adorei essa ideia e acho que nunca fiz um post parecido com esse aqui no blog. Já aviso que a minha lista vai ter um personagem a mais.
(A ordem não altera o amor que tenho por cada um haha)

1- Elizabeth Bennet: A minha personagem favorita da Jane Austen. Os motivos pra ter escolhido essa mocinha para essa lista são muitos, além de eu gostar bastante de filmes de época, por isso queria ser um personagem que vivesse num tempo bem diferente que o meu para saber como era viver naquela época! Eu acho a Lizzie uma moça tão inteligente, com personalidade e que vai atrás do que ela acredita ser o melhor pra ela, e não o que as pessoas dizem que é. Ela tem os seus princípios e não deixa que ninguém os tire. Além disso ela é super pra cima, adora ler, dançar, tem um pai super legal (a única coisa ruim é a mãe!) e tem um ótimo gosto para escolher marido hahahaha, não é a toa que escolheu logo um Mr. Darcy né? Lizzie, espertinha! 

2- Charlie Brown (Peanuts): A turminha do Snoopy faz parte das histórias em quadrinhos que mais amo nesse mundo. Quando criança, eu assistia aos desenhos que passavam na tv, depois cresci e fiquei fã dos livros. Eu queria ser o Charlie Brown porque os amigos deles são super legais; ele tem o melhor cão do mundo, o Snoopy; tem uma irmãzinha super engraçada; além dele ser super filosófico, meio depressivo e timído, que é alguma coisa que me identifico. Ele sempre traz algum conselho pra vida dos seus amigos, algo que eu eu acho que não sou muito boa. Queria ser o Charlie Brown pra ter meu time de Baseball que nunca ganha, ter passeios com a turma do colégio, e por aí vai. Tô louca pra assistir ao filme deles no cinema <3

3- Sherlock Holmes: Posso dizer que esse é atualmente o meu personagem de série preferido. Gostaria de ser o Sherlock para saber como é ter um cérebro de gênio. Eu fico admirada com a inteligência desse cara, como ele consegue resolver todos os casos e tem uma ótima observação. Eu sou muito observadora e também sou fã de casos misteriosos, detetives e etc. Imagina ser um dos detetives mais famosos (se não o mais famoso) de todos os tempos, morar na Inglaterra e ter uma amizade incrível com o Watson? Seria um sonho!


4- Allie Hamilton (O Diário de Uma Paixão): Nem preciso falar por quais motivos eu queria ser essa mulher né? Noah! Eu queria ser essa personagem para saber como é se apaixonar loucamente, e o cara amar loucamente de volta; ele te escrever TREZENTAS E SESSENTA E CINCO cartas (e você não saber disso); comprar a casa que ele prometeu e reformar a bendita todinha enquanto vocês estão separados; escrever poemas; te levar pra um passeio de barquinho num lugar maravilhoso; depois dar o beijo mais lindo debaixo da chuva ahahahaha; e ainda casar com você e ficarem juntinhos pra sempre. Ai que coisa linda! Essa personagem preencheu a cota melosa do post. Ah, e sem esquecer, fazer isso tudo (nem que seja só no filme) com o Ryan Gosling.

5- Haley James Scott: e por último mas não menos importante, essa linda! One Tree Hill é a série da minha vida e sempre será a minha favorita de todos os tempos. Haley é aquela personagem que você já ama no primeiro capítulo. E ganhou a série! Essa linda é uma das personagens mais fortes, amiga, sincera, que eu já vi. Ela passa por tanta coisa na vida, e mesmo assim continua firme e forte, com uma família linda, onde ela é que sustenta e dá força pra todo mundo. E eu queria ser assim quando crescer! Haley é bem gente como a gente, além de ter uma família linda, um marido maravilhoso (oi, Nathan!) que é jogador da NBA; é uma ótima cantora, gostaria de cantar que nem ela e ainda tem uma gravadora. E se eu for ficar aqui falando das qualidades dela e porque gostaria de um dia ser Haley, o post ficaria gigante.
"A vida é curta e as oportunidades são raras. E nós temos que estar vigilantes para protegê-los e não apenas as oportunidades para ter sucesso, mas a oportunidade de rir, de ver o encantamento e de viver. Porque a vida não nos deve nada, na verdade eu acho que nós devemos algo ao mundo." - Haley James Scott


6- Alexander Supertramp (Into The Wild): Tem gente que não entende como eu e minhas irmãs amamos esse filme e falam que o cara é louca e blablabla. Eu queria ser esse personagem porque ele tem os mesmos pensamentos de vida que o meu, mas ele tem a coragem que eu não tenho. Claro que tem algumas coisas que eu discordo, mas eu gostaria de ser Debs Supertramp, largar tudo nessa vida e ir fazer o que eu quero, sair viajando para onde eu sempre sonhei, com o estilo de vida que eu acredito. Queria saber como é ter a coragem e a ousadia que ele teve e que muitos achavam que era loucura. Ele morreu fazendo o que queria fazer e eu gostaria que no fim eu também morresse fazendo aquilo que acredito, amo e acho que sou capaz de fazer. Alexander Supertramp é inspiração!
"Fazer uma mudança radical em seu estilo de vida e começar a fazer as coisas com coragem que você pode nunca ter pensado em fazer, ou foi muito hesitante para tentar. Assim, muitas pessoas vivem dentro de circunstâncias infelizes e ainda não vai tomar a iniciativa de mudar sua situação porque está condicionada a uma vida de segurança, conformidade, e conservação, as quais podem aparecer para dar uma paz de espírito, mas na realidade nada é mais prejudicial para o espírito aventureiro dentro de um homem que um futuro seguro. O núcleo básico de espírito de um homem vivo é a sua paixão pela aventura." - Alex Supertramp 

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva do Rotaroots! Grupo saudosista dos primórdios do mundo blogueiro.